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Boletim 228 – Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia

05/10/2018 10:22

Arte Agência PT

1. Nem a ditadura militar proibiu visitas a Lula quando ele estava preso, como o Judiciário fez mais uma vez nesta quinta-feira (4). O desabafo é do jornalista e escritor Fernando Morais, impedido de se encontrar com o ex-presidente, juntamente com o jornalista Mino Carta. A visita estava agendada e foi proibida arbitrariamente pelo Judiciário paranaense. “Eles querem que fique claro quem é que manda no País”, disse. Ambos são amigos deLula há quarenta anos. “Não é um absurdo contra o Mino Carta e contra mim, é contra a sociedade; estamos vivendo um golpe de toga agora.” Leia mais:

“Nem ditadura proibiu visitas a Lula”, diz Fernando Morais após veto

2. A defesa de Lula voltou a criticar os procuradores da Lava Jato de Curitiba por terem, nos autos da Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000, reforçado a perseguição política imposta ao ex-presidente. Querem condená-lo sem que ele tenha praticado qualquer crime ou recebido qualquer benefício em troca de atos praticados na condição de Chefe de Estado e Chefe de Governo. Sem provas, os procuradores recorreram a teorias como o “explacionismo” para condenar com base na “melhor explicação”. Um farsesca hipótese acusatória para tentar atribuir a Lula a propriedade dissimulada de dois imóveis. Saiba mais: https://www.lula.com.br/nota-da-defesa-alegacoes-finais-da-lava-jato-reforcam-perseguicao-politica-a-lula/

3. O boa tarde a Lula de hoje, 181º dia de resistência democrática em Curitiba, foi puxado por Adriana Prestes Gomes, militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). “Nessas eleições o povo brasileiro vai poder fazer o maior tribunal popular já visto no mundo e mostrar que na nação brasileira ainda tem quem acredite na democracia e no projeto popular que o presidente Lula nos propôs”, disse. Participaram da atividade militantes deMinas Gerais, Santa Catarina, Amazonas, Pernambuco, São Paulo, Bahia e Paraná.

4. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) interpelou o juiz Sergio Moro, da 13º Vara da Justiça Federal em Curitiba, para que esclareça, em até 15 dias, a decisão de – às vésperas das eleições – levantar o sigilo da colaboração do ex-ministro Antonio Palocci com a Polícia Federal. O CNJ acatou uma reclamação disciplinar dos deputados federais do PT Paulo Pimenta (RS), Paulo Teixeira (SP) e Wadih Damous (RJ). Eles afirmam que a iniciativa de Moro configura uma “escancarada tentativa de tumultuar o processo eleitoral, por quem tem (ou deveria ter) o dever constitucional de preservá-la”. Leia mais: https://ptnacamara.org.br/portal/2018/10/04/pimenta-destaca-importancia-de-interpelacao-de-moro-por-cnj-e-pede-apuracao-de-outras-denuncias-contra-o-juiz/

Boletim 228 – Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia
Direto de Curitiba – 4/10/2018 – 19h50